quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
REFLEXÃO DO SACRAMENTO DO BATISMO!!!
Efeitos do Batismo
Existe uma lenda que poderá nos ajudar a entender a eficácia do Sacramento do Batismo.
Havia um rei que tinha grande amor a seu povo. Muitas vezes, saía sozinho visitando os diversos arredores da cidade, a fim de ver o que se passava com seu súditos. Uma tarde, passadno por um bairro bastante pobre, encontrou um menino esfarrapado, macilento, coberto de chagas e com uma grande mancha negra na testa. Era um defeito de nascença. O rei, penalizado, aproximou-se da criança e lhe disse:
- Como se chamas?
- Eu não tenho nome - respondeu a criança.
- Como não tens nome? Quem são os teus pais?
- Eu não tenho pai nem mãe.
- Onde moras então? Onde dormes, te abrigas da chuva e da tempestade?
- Não tenho casa. Me abrigo embaixo das pontes ou das garagens de ônibus.
- Mas afinal de que te alimentas?
- Eu vivo dos restos que me dão.
O rei, profundamente impressionado ,tomou o menino pela mão e lhe disse:
- Venha comigo. De hoje em diante, terá pai e mãe, casa para morar e tudo quanto precisar para ser feliz.
Ao chegar no palácio real, entrou em seus aposentos e, chamando a esposa, entregou-lhe o menino, dizendo:
- Aqui trago mais um filho. É preciso dar-lhe um bom banho, vesti-lo com o traje real, curar-lhe as feridas e alimenta-lo bem, pois está muito fraco. Ele terá os mesmos direitos de usar o nosso nome e poderá sentar-se à nossa mesa. REceberá uma aprimorada educação e terá direito à herança.
O menino pobre foi lavado, recebeu as vestes reais, curou-se das feridas e foi introduzido na família real. A fim de que todos soubessem que era seu filho, o rei mandou fazer uma cirúrgia plástica para tirar-lhe a mancha negra da testa e gravar-lhe na fronte o sobrenome da família real. Porém, fez-lhe certas exigências:
- Você será considerado meu filho somente se for digno do nme que recebeu, isto é, se te comportares como filho do rei. Caso contrário, perderá todos os direitos.
A criança cresçeu usufruindo de todos os direitos e regalias que o pai lhe proporcionava. Porém, quando chegou na juventude, começou a trilhar maus caminhos. Abandonou a casa paterna e tornou-se ladrão e usuário de drogas, chegando a cometer criems que o levaram à prisão e até a condenação à morte.
Na prisão, os prisioneiros zombavam dele, dizendo:
- Tu, o filho do rei, na prisão? Nós caímos aqui porqeu somos uns pobres miseráveis. Nunca tivemos quem nos ensinasse a andar pelo caminho do bem. Mas você, que tinha tudo o que queria, que recebeu uma ótima educação, como pode chegar a ser condenado como nós? Isto é muito vergonhoso!
O filho unigênito do rei, compadecendo-se do seu irmão, que tanto amava, ofereceu-se para ir à prisão em seu lugar e dar a vida por ele. O pai, que também tinha um grande amor a este filho adotivo, deu o seu consentimento. E assim se fez: o filho do rei deu a sua vida pela vida do irmão. Por isso o pai o glorificou.
Esta lenda nada mais é do que um símbolo de nossa história pessoal. Nesse caso, o que significam os vários personagens e os diversos elementos dessa lenda?
- Deus é o rei, o Pai de toda misericórdia, que se compadece da miséria humana.
- Cristo é o filho único do rei. Ele se oferece ao Pai para dar a própria vida por seus irmãos.
- O menino pobre, somos nós que fomos salvos por Jesus.
- A mancha que a criança trazia na fronte é o pecado original com o qual nascemos manchados na alma.
- O nome que o Pai imprimiu em nós foi o nome de Cristão, que nos identifica como FILHOS DE DEUS.
- As chagas que foram curadas são os pecados pessoais daqueles que se batizam adultos, esses são apagados pela água batismal.
- A família que passamos a pertencer é a grande família dos filhos de Deus. - A Igreja.
- A mãe que recebemos é Maria, a Mãe de Deus, Mãe da Igreja e, portanto, Nossa Mãe.
- A veste real é a veste da graça santificante, que é a vida divina, habitação da Santíssima Trindade em nós.
- O banquete que somos convidados a participar é o Banquete Eucarístico.
O Batismo também nos dá diversos direitos:
- A recepção dos demais Sacramentos;
- A participação de todos os bens espirituais da Igreja;
- A herança de Deus, que é a Vida Eterna.
Quão grande é a nossa dignidade. Somos filhos e filhas do Rei e da Rainha do Universo. Assim, temos todos os direitos de filhos, especialmente a participação da natureza, da vida do próprio Deus.
Aquele, porém, era filho do Rei perante o mundo, mas em suas veias não corria sangue real, enquanto em nós, pelo Batismo, fomos mais elevados do que ele, pois em nossa alma e em nosso coração, circula a vida do Rei do Céu e da Terra. Somos da Família REal, por isso não devemos nos deixar levar por sentimentos de inferioridade.
Eis o nosso maior tesouro: o próprio Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai pela oração do "Pai-Nosso". Essa oração deveria fazer pulsar com intenso amor os nossos corações de Filhos de Deus.
Existe uma lenda que poderá nos ajudar a entender a eficácia do Sacramento do Batismo.
Havia um rei que tinha grande amor a seu povo. Muitas vezes, saía sozinho visitando os diversos arredores da cidade, a fim de ver o que se passava com seu súditos. Uma tarde, passadno por um bairro bastante pobre, encontrou um menino esfarrapado, macilento, coberto de chagas e com uma grande mancha negra na testa. Era um defeito de nascença. O rei, penalizado, aproximou-se da criança e lhe disse:
- Como se chamas?
- Eu não tenho nome - respondeu a criança.
- Como não tens nome? Quem são os teus pais?
- Eu não tenho pai nem mãe.
- Onde moras então? Onde dormes, te abrigas da chuva e da tempestade?
- Não tenho casa. Me abrigo embaixo das pontes ou das garagens de ônibus.
- Mas afinal de que te alimentas?
- Eu vivo dos restos que me dão.
O rei, profundamente impressionado ,tomou o menino pela mão e lhe disse:
- Venha comigo. De hoje em diante, terá pai e mãe, casa para morar e tudo quanto precisar para ser feliz.
Ao chegar no palácio real, entrou em seus aposentos e, chamando a esposa, entregou-lhe o menino, dizendo:
- Aqui trago mais um filho. É preciso dar-lhe um bom banho, vesti-lo com o traje real, curar-lhe as feridas e alimenta-lo bem, pois está muito fraco. Ele terá os mesmos direitos de usar o nosso nome e poderá sentar-se à nossa mesa. REceberá uma aprimorada educação e terá direito à herança.
O menino pobre foi lavado, recebeu as vestes reais, curou-se das feridas e foi introduzido na família real. A fim de que todos soubessem que era seu filho, o rei mandou fazer uma cirúrgia plástica para tirar-lhe a mancha negra da testa e gravar-lhe na fronte o sobrenome da família real. Porém, fez-lhe certas exigências:
- Você será considerado meu filho somente se for digno do nme que recebeu, isto é, se te comportares como filho do rei. Caso contrário, perderá todos os direitos.
A criança cresçeu usufruindo de todos os direitos e regalias que o pai lhe proporcionava. Porém, quando chegou na juventude, começou a trilhar maus caminhos. Abandonou a casa paterna e tornou-se ladrão e usuário de drogas, chegando a cometer criems que o levaram à prisão e até a condenação à morte.
Na prisão, os prisioneiros zombavam dele, dizendo:
- Tu, o filho do rei, na prisão? Nós caímos aqui porqeu somos uns pobres miseráveis. Nunca tivemos quem nos ensinasse a andar pelo caminho do bem. Mas você, que tinha tudo o que queria, que recebeu uma ótima educação, como pode chegar a ser condenado como nós? Isto é muito vergonhoso!
O filho unigênito do rei, compadecendo-se do seu irmão, que tanto amava, ofereceu-se para ir à prisão em seu lugar e dar a vida por ele. O pai, que também tinha um grande amor a este filho adotivo, deu o seu consentimento. E assim se fez: o filho do rei deu a sua vida pela vida do irmão. Por isso o pai o glorificou.
Esta lenda nada mais é do que um símbolo de nossa história pessoal. Nesse caso, o que significam os vários personagens e os diversos elementos dessa lenda?
- Deus é o rei, o Pai de toda misericórdia, que se compadece da miséria humana.
- Cristo é o filho único do rei. Ele se oferece ao Pai para dar a própria vida por seus irmãos.
- O menino pobre, somos nós que fomos salvos por Jesus.
- A mancha que a criança trazia na fronte é o pecado original com o qual nascemos manchados na alma.
- O nome que o Pai imprimiu em nós foi o nome de Cristão, que nos identifica como FILHOS DE DEUS.
- As chagas que foram curadas são os pecados pessoais daqueles que se batizam adultos, esses são apagados pela água batismal.
- A família que passamos a pertencer é a grande família dos filhos de Deus. - A Igreja.
- A mãe que recebemos é Maria, a Mãe de Deus, Mãe da Igreja e, portanto, Nossa Mãe.
- A veste real é a veste da graça santificante, que é a vida divina, habitação da Santíssima Trindade em nós.
- O banquete que somos convidados a participar é o Banquete Eucarístico.
O Batismo também nos dá diversos direitos:
- A recepção dos demais Sacramentos;
- A participação de todos os bens espirituais da Igreja;
- A herança de Deus, que é a Vida Eterna.
Quão grande é a nossa dignidade. Somos filhos e filhas do Rei e da Rainha do Universo. Assim, temos todos os direitos de filhos, especialmente a participação da natureza, da vida do próprio Deus.
Aquele, porém, era filho do Rei perante o mundo, mas em suas veias não corria sangue real, enquanto em nós, pelo Batismo, fomos mais elevados do que ele, pois em nossa alma e em nosso coração, circula a vida do Rei do Céu e da Terra. Somos da Família REal, por isso não devemos nos deixar levar por sentimentos de inferioridade.
Eis o nosso maior tesouro: o próprio Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai pela oração do "Pai-Nosso". Essa oração deveria fazer pulsar com intenso amor os nossos corações de Filhos de Deus.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
SÃO PEDRO PRIMEIRO PAPA
São Pedro - Betsaida, papa de 32 a 67
São Lino - Túscia, papa de 67 a 76
Santo Anacleto - Roma, papa de 76 a 88
São Clemente I - Roma, papa de 88 a 97
Santo Evaristo - Grécia, papa de 97 a 105
Santo Alexandre IRoma, papa de 105 a 115
São Sisto I - Roma, papa de 115 a 125
São Telésforo - Grécia, papa de 125 a 136
Santo Higino - Grécia, papa de 136 a 140
São Pio I - Aquiléia, papa de 140 a 155
Santo Aniceto - Síria, papa de 155 a 166
São Sotero - Campânia, papa de 166 a 175
Santo Eleutério - Epiro, papa de 175 a 189
São Vitor I - África, papa de 189 a 199
São Zeferino - Roma, papa de 199 a 217
São Calisto I - Roma, papa de 217 a 222
Santo Urbano I - Roma, papa de 222 a 230
São Ponciano - Roma, papa de 230 a 235
Santo Antero - Grécia, papa de 235 a 236
São Fabiano - Roma, papa de 236 a 250
São Cornélio - Roma, papa de 251 a 253
São Lúcio I - Roma, papa de 253 a 254
Santo Estevão I - Roma, papa de 254 a 257
São Sisto II - Grécia, papa de 257 a 258
São Dionísio - papa de 259 a 268
São Félix I - Roma, papa de 269 a 274
Santo Eutiquiano - Luni, papa de 275 a 283
São Caio - Dalmácia, papa de 283 a 296
São Marcelino - Roma, papa de 296 a 304
São Marcelo I - Roma, papa de 308 a 309
Santo Eusébio - Grécia, papa de 309 a 309
São Melquíades - África, papa de 311 a 314
São Silvestre I - Roma, papa de 314 a 335
São Marcos - Roma, papa de 336 a 336
São Júlio I - Roma, papa de 337 a 352
Libério - Roma, papa de 352 a 366
São Dâmaso I - Espanha, papa de 366 a 384
São Sirício - Roma, papa de 384 a 399
Santo Anastácio I - Roma, papa de 399 a 401
Santo Inocêncio I - Albano, papa de 401 a 417
São Zósimo - Grécia, papa de 417 a 418
São Bonifácio I - Roma, papa de 418 a 422
São Celestino I - Campânia, papa de 422 a 432
São Sisto III - Roma, papa de 432 a 440
São Leão Magno Túscia 440 461
Santo Hilário - Sardenha, papa de 461 a 468
São Simplício - Tivoli, papa em 468 -
São Félix III (II) - Roma, papa de 483 a 492
São Galásio I - África, papa de 492 a 496
Anastácio II - Roma, papa de 496 a 498
São Símaco - Sardenha, papa de 498 a 514
São Hormisdas - Frosinone, papa de 514 a 523
São João I - Túscia, papa de 523 a 526
São Félix IV (III) - Sâmnio, papa de 526 a 530
Bonifácio II - Roma, papa de 530 a 532
João II - Roma, papa de 533 a 535
Santo Agapito I - Roma, papa de 535 a 536
São Silvério - Campânia, papa de 536 a 537
Vigílio - Roma, papa de 537 a 555
Pelágio I - Roma, papa de 556 a 561
João III - Roma, papa de 561 a 574
Bento I - Roma, papa de 575 a 579
Pelágio II - Roma, papa de 579 a 590
São Gregório I - Roma, papa de 590 a 604
Sabiniano - Túscia, papa de 604 a 607
Bonifácio III - Roma, papa de 607 a 608
São Bonifácio IV - Marsi, papa de 608 a 615
São Adeodato I - Roma, papa de 615 a 618
Bonifácio V - Nápoles, papa de 619 a 625
Honório I - Campânia, papa de 625 a 638
Severino - Roma, papa de 640 a 640
João IV - Dalmácia, papa de 640 a 642
Teodoro I - Grécia, papa de 642 a 649
São Martinho I - Todi, papa de 649 a 655
Santo Eugênio I - Roma, papa de 654 a 657
São Vitaliano - Segni, papa de 657 a 672
Adeodato II - Roma, papa de 672 a 676
Dono - Roma, papa de 676 a 678
Santo Ágato - Sicília, papa de 678 a 681
São Leão II - Sicília, papa de 682 a 683
São Bento II - Roma, papa de 684 a 685
João V - Síria, papa de 685 a 686
Cônon - papa de 686 687
São Sérgio I - Síris, papa de 687 a 701
João VI - Grécia, papa de 701 a 705
João VII - Grécia, papa de 705 a 707
Sisínio - Síria, papa de 707 a 708
Constantino I - Síria, papa de 708 a 715
São Gregório II - Roma, papa de 715 a 731
São Gregório III - Síria, papa de 731 a 741
São Zacarias - Grécia, papa de 741 a 752
Estevão II - Roma, papa de 752 a 757
São Paulo I - Roma, papa de 757 a 767
Estevão III - Roma, papa de 768 a 772
Adriano I - Roma, papa de 772 a 795
São Leão III - Roma, papa de 795 a 816
Estevão IV - Sicília, papa de 816 a 817
São Pascoal I - Roma, papa de 817 a 824
Eugênio II - Roma, papa de 824 a 827
Valentim I - Roma, papa de 827 a 827
Gregório IV - Roma, papa de 827 a 844
Sério II - Roma, papa de 844 a 847
São Leão IV - Roma, papa de 847 a 855
Bento III - Roma, papa de 855 a 858
São Nicolau I - Roma, papa de 858 a 867
Adriano II - Roma, papa de 867 a 872
João VIII - Roma, papa de 872 a 882
Mariano I - Gellese, papa de 882 a 884
Santo Adriano III - Roma, papa de 884 a 885
Estevão V - Roma, papa de 885 a 891
Formoso - Pôrto, papa de 891 a 896
Bonifácio VI - Roma, papa de 896 a 896
Estêvão VI - Roma, papa de 896 a 897
Romano - Gallese, papa de 897 a 897
Teodoro II - Roma, papa de 897 a 897
João IX - Tivoli, papa de 898 a 900
Bento IV - Roma, papa de 900 a 903
Leão V - Árdea, papa de 903 a 903
Sérgio III - Roma, papa de 904 a 911
Anastácio III - Roma, papa de 911 a 913
Lando - Sabina, papa de 913 a 914
João X - Tossignano, papa de 914 a 928
Leão VI - Roma, papa de 928 a 928
Estevão VII - Roma, papa de 929 a 931
João XI - Roma, papa de 931 a 935
Leão VII - Pavia, papa de 936 a 939
Estêvão VIII - Roma, papa de 939 a 942
Marino II - Roma, papa de 942 a 946
Agapito II - Roma, papa de 946 a 955
João XII - Roma, papa de 955 a 964
Leão VIII - Roma, papa de 963 a 965
Bento V - Roma, papa de 964 a 966
João XIII - Túsculo, papa de 965 a 972
Bento VI - Roma, papa de 973 a 974
Bento VII - Roma, papa de 974 a 983
João XIV - Roma, papa de 983 a 984
João XV - Roma, papa de 985 a 996
Gregório V - Saxônia, papa de 996 a 999
Silvestre II - Alvérnia, papa de 999 a 1003
João XVII - Roma, papa de 1003 a 1004
João XVIII - Roma, papa de 1004 a 1009
Sérgio IV - Roma, papa de 1009 a 1012
Bento VIII - Túsculo, papa de 1012 a 1024
João XIX - Túsculo, papa de 1024 a 1032
Bento IX - Túsuculo, papa de 1032 a 1045
Silvestre III - Roma, papa de 1045 a 1045
Bento IX (2ª vez) - papa de 1045 a 1045
Gregório VI - Roma, papa de 1045 a 1046
Clemente II - Saxônia, papa de 1046 a 1047
Bento IX (3ª vez) - papa de 1047 a 1048
Dâmaso II - Baviera, papa de 1048 a 1049
São Leão IX - Egisheim-Dagsburg, papa de 1049 a 1055
Vitor II - Dolinstein-Hirschberg, papa de 1055 a 1057
Estêvão X - Lorena, papa de 1057 a 1059
Nicolau II - Borgonha, papa de 1059 a 1061
Alexandre II - Milão, papa de 1061 a 1073
São Gregório VII - Túscia, papa de 1073 a 1085
Beato Vitor III - Benevento, papa de 1086 a 1087
Beato Urbano II - França, papa de 1088 a 1099
Pascoal II - Ravena, papa de 1099 a 1118
Gelásio II - Gaeta, papa de 1118 a 1119
Calisto II - Borgonha, papa de 1119 a 1124
Honório II - Fagnano, papa de 1124 a 1130
Inocêncio II - Roma, papa de 1130 a 1143
Celestino II - Castelo, papa de 1143 a 1144
Lúcio II - Bolonha, papa de 1144 a 1145
Beato Eugênio III - Pisa, papa de 1145 a 1153
Anastácio IV - Roma, papa de 1153 a 1154
Adriano IV - Inglaterra, papa de 1154 a 1159
Alexandre III - Siena, papa de 1159 a 1181
Lúcio III - Lucca, papa de 1181 a 1185
Urbano III - Milão, papa de 1185 a 1187
Gregório VIII - Benevento, papa de 1187 a 1187
Clemente III - Roma, papa de 1187 a 1191
Celestino III - Roma, papa de 1191 a 1198
Inocêncio III - Anagni, papa de 1198 a 1216
Honório II -I Roma, papa de 1216 a 1227
Gregório IX - Anagni, papa de 1227 a 1241
Celestino I -V Milão, papa de 1241 a 1241
Inocêncio IV - Gênova, papa de 1243 a 1254
Alexandre IV - Anagni, papa de 1254 a 1261
Urbano IV - Troyes, papa de 1261 a 1264
Clemente IV - França, papa de 1265 a 1268
Beato Gregório X - Placência, papa de 1271 a 1276
Beato Inocêncio V - Savóia, papa de 1276 a 1276
Adriano V - Gênova, papa de 1276 a 1276
João XXI - Portugal, papa de 1276 a 1277
Nicolau III - Roma, papa de 1277 a 1280
Matinho IV - França, papa de 1281 a 1285
Honório IV - Roma, papa de 1285 a 1287
Nicolau IV - Ascoli, papa de 1288 a 1292
São Celestino V - Isérnia, papa de 1294 a 1294
Bonifácio VIII - Anagni, papa de 1294 a 1303
Beato Bento XI - Treviso, papa de 1303 a 1304
Clemente V - França, papa de 1305 a 1314
João XXII - Cahors, papa de 1316 a 1334
Bento XII - França, papa de 1335 a 1342
Clemente VI - França, papa de 1342 a 1352
Inocêncio VI - França, papa de 1352 a 1352
Bento Urbano V- França, papa de 1362 a 1370
Gregório XI - França, papa de 1370 a 1378
Grande cisma do Ocidente - Papas Romanos
Urbano VI - Nápoles, papa de 1378 a 1389
Bonifácio IX - Nápoles, papa de 1389 a 1404
Inocêncio VII - Sulmona, papa de 1404 a 1406
Gregório XII - Veneza, papa de 1406 a 1415
Papas depois do grande cisma
Martinho V - Roma, papa de 1417 a 1431
Eugênio IV - Veneza, papa de 1431 a 1447
Nicolau V - Sarzana, papa de 1447 a 1455
Calisto III - Valência, papa de 1455 a 1458
Pio II - Siena, papa de 1458 a 1464
Paulo II - Veneza, papa de 1464 a 1471
Sisto IV - Savona, papa de 1471 a 1484
Inocêncio VIII - Gênova, papa de 1484 a 1492
Alexandre VI - Valência, papa de 1492 a 1503
Pio III - Siena, papa de 1503 a 1503
Júlio II - Savona, papa de 1503 a 1513
Leão X - Florença, papa de 1513 a 1521
Adriano VI - Ultrecht, papa de 1522 a 1523
Clemente VII - Florença, papa de 1523 a 1534
Paulo III - Roma, papa de 1534 a 1549
Júlio III - Roma, papa de 1550 a 1555
Marcelo II - Montepulciano, papa de 1555 a 1555
Paulo IV - Nápoles, papa de 1555 a 1559
Pio IV - Milão, papa de 1559 a 1565
São Pio V - Bosco, papa de 1566 a 1572
Gregório XIII - Bolonha, papa de 1572 a 1585
Sisto V - Grottammare, papa de 1585 a 1590
Urbano VII - Roma, papa de 1590 a 1590
Gregório XIV - Cremona, papa de 1590 a 1591
Inocêncio IX - Bolonha, papa de 1591 a 1591
Clemente VIII - Florença, papa de 1592 a 1605
Leão XI - Florença, papa de 1605 a 1605
Paulo V - Roma, papa de 1605 a 1621
Gregório XV - Bolonha, papa de 1621 a 1623
Urbano VIII - Florença, papa de 1623 a 1644
Inocêncio X - Roma, papa de 1644 a 1655
Alexandre VII - Siena, papa de 1655 a 1667
Clemente IX - Pistóia, papa de 1667 a 1669
Clemente X - Roma, papa de 1670 a 1676
Beato Inocêncio XI - Como, papa de 1676 a 1689
Alexandre VIII - Veneza, papa de 1689 a 1691
Inocêncio XII - Nápoles, papa de 1691 a 1700
Clemente XI - Urbino, papa de 1700 a 1721
Inocêncio XIII - Roma, papa de 1721 a 1724
Bento XIII - Roma, papa de 1724 a 1730
Clemente XII -Florença, papa de 1730 a 1740
Bento XIV - Bolonha, papa de 1740 a 1758
Clemente XIII - Veneza, papa de 1758 a 1769
Clemente XIV - Rimini, papa de 1769 a 1774
Pio VI - Cesana, papa de 1775 a 1799
Pio VII - Cesena, papa de 1800 a 1823
Leão XII - Fabriano, papa de 1823 a 1829
Pio VIII - Cingoli, papa de 1829 a 1830
Gregório XVI - Belluno, papa de 1831 a 1846
Pio IX - Sinigáglia, papa de 1846 a 1878
Leão XIII - Carpineto, papa de 1878 a 1903
São Pio X - Riese, papa de 1903 a 1914
Bento XV - Gênova, papa de 1914 a 1922
Pio XI - Milão, papa de 1922 a 1939
Pio XII - Roma, papa de 1939 a 1958
João XXIII - Sotto II Monte, papa de 1958 a 1963
Paulo VI - Concesio, papa de 1963 a 1978
João Paulo I - Belluno, papa de 1978 a 1978
João Paulo II - Polônia, papa de 1978 a 2005
JESUS CONOSCO SEMPRE!!!!
A história de Jesus
As quatro narrações do Evangelho são livros de testemunhos da fé dos Apóstolos e de suas comunidades em Jesus. Mas uma fé que brota do fato histórico e concreto de Jesus de Nazaré: sua vida, sua paixão e sua morte. Ele é Judeu proveniente do povo de Israel. Judeus também eram sua mãe e seu pai, e os amigos que reuniu e aos quais pediu que o seguissem. (Mc 1, 16-20;2, 13-14).
Praticamente passou toda a sua vida e exerceu toda a sua atividade em seu país: Galiléia. Lá como em todos os lugares e em todos os tempos existiam diferentes tipos de pessoas, de classes sociais, de partidos. O Estado judeu era o Estado do Templo, ou seja, o Templo era o centro da nação; a Lei sagrada era a base da legislação e de toda a vida dos Judeus. Jesus não foi sacerdote, Fariseu, Escriba, nem Saduceu ou Herodiano. Ele foi um homem simples, trabalhador, livre que fez o que tinha que fazer na terra sem medo de ninguém (Mt 23, 4-33. Mc 3, 5-7;8,33).
Com Maria e José, esposo de Maria, Jesus vive num lugar pobre e simples. Maria teve de amamentar Jesus e limpa-lo, ensina-lo a andar a falar e como toda mãe amou e cuidou de seu filho. E Jesus, como todos nós, também, chorava, se sujava, fazia “malcriações” inocentes. Ele não sabia de tudo desde o começo (Mc 13,32).
E Jesus foi crescendo e amadurecendo, pouco a pouco, com esforço, com limitações, como toda criança, todo o jovem, todo homem (Lc 2, 52). Sofreu a pobreza radical nas dificuldades do dia-a-dia e viveu trinta anos ma aldeia de Nazaré. Ele encontrou na oração a essência do homem e é uma necessidade humana vital; Ele sente tentações, sendo posto à prova diariamente e tem de enfrentar diversas opções (Jô 6, 14-15; 7, 1). Retira-se para o deserto para descobrir qual é a vontade de Deus, e como a maioria dos Judeus de seu tempo, Ele também ouviu falar de João Batista. Procurou-o e recebeu o Batismo como qualquer um do povo. Jesus dedicou-se a pregar o Evangelho da salvação e da alegria (Mc 1, 15). A Boa Nova que Jesus leva a todos os lugares é:
• O Reino de Deus já chegou. (Lc 11, 20; 17, 21).
• O Reino é para a salvação de todos. (Mc 2, 17 e Lc 19, 10).
• Deus é Pai e ama seus filhos.
• Para entrar no Reino é preciso ter fé em Jesus (Mc 8, 29-30), mudar de vida (Mc 10, 21. Lc 19, 1-10) e seguir Jesus incondicionalmente (Mc 8, 34-37. Lc 9, 57-62. Jo 11, 26).
Jesus inicia o seu ministério na Galiléia e agrupa alguns homens simples ao seu redor, em sua maior parte pescadores e um coletor de impostos (Mateus). Em suas Pregações, Jesus fala com freqüência através de Parábolas: são comparações elaboradas, espécies de histórias para ilustrar de maneira bem clara aquilo que Ele quer dizer. Refere-se, sobretudo ao Reino de Deus: o que acontece, o que é exatamente, sua importância, as disposições exigidas ao homem para que possa entrar no Reino.
Jesus, ao realizar os Milagres, mostra a sua importância na mensagem que desejava transmitir de forma clara, mas que só a fé poderia entender (Mc 3, 22). Ele não realizava milagres em benefício próprio, mas sim manifestava o amor de Deus aos homens, que fazem retroceder o mal, que convidam os homens à conversão e à ação de graças. Jesus nunca curou alguém. Eram as pessoas que vinham até Ele e pediam para serem curadas. Ele sempre dizia: “Vá, a tua fé te salvou!” ou “Vá, que a tua fé te curou!”, provando que era a fé das pessoas Nele que as curava, era o desejo delas de ficarem curadas. (Jo 11, 26).
As quatro narrações do Evangelho são livros de testemunhos da fé dos Apóstolos e de suas comunidades em Jesus. Mas uma fé que brota do fato histórico e concreto de Jesus de Nazaré: sua vida, sua paixão e sua morte. Ele é Judeu proveniente do povo de Israel. Judeus também eram sua mãe e seu pai, e os amigos que reuniu e aos quais pediu que o seguissem. (Mc 1, 16-20;2, 13-14).
Praticamente passou toda a sua vida e exerceu toda a sua atividade em seu país: Galiléia. Lá como em todos os lugares e em todos os tempos existiam diferentes tipos de pessoas, de classes sociais, de partidos. O Estado judeu era o Estado do Templo, ou seja, o Templo era o centro da nação; a Lei sagrada era a base da legislação e de toda a vida dos Judeus. Jesus não foi sacerdote, Fariseu, Escriba, nem Saduceu ou Herodiano. Ele foi um homem simples, trabalhador, livre que fez o que tinha que fazer na terra sem medo de ninguém (Mt 23, 4-33. Mc 3, 5-7;8,33).
Com Maria e José, esposo de Maria, Jesus vive num lugar pobre e simples. Maria teve de amamentar Jesus e limpa-lo, ensina-lo a andar a falar e como toda mãe amou e cuidou de seu filho. E Jesus, como todos nós, também, chorava, se sujava, fazia “malcriações” inocentes. Ele não sabia de tudo desde o começo (Mc 13,32).
E Jesus foi crescendo e amadurecendo, pouco a pouco, com esforço, com limitações, como toda criança, todo o jovem, todo homem (Lc 2, 52). Sofreu a pobreza radical nas dificuldades do dia-a-dia e viveu trinta anos ma aldeia de Nazaré. Ele encontrou na oração a essência do homem e é uma necessidade humana vital; Ele sente tentações, sendo posto à prova diariamente e tem de enfrentar diversas opções (Jô 6, 14-15; 7, 1). Retira-se para o deserto para descobrir qual é a vontade de Deus, e como a maioria dos Judeus de seu tempo, Ele também ouviu falar de João Batista. Procurou-o e recebeu o Batismo como qualquer um do povo. Jesus dedicou-se a pregar o Evangelho da salvação e da alegria (Mc 1, 15). A Boa Nova que Jesus leva a todos os lugares é:
• O Reino de Deus já chegou. (Lc 11, 20; 17, 21).
• O Reino é para a salvação de todos. (Mc 2, 17 e Lc 19, 10).
• Deus é Pai e ama seus filhos.
• Para entrar no Reino é preciso ter fé em Jesus (Mc 8, 29-30), mudar de vida (Mc 10, 21. Lc 19, 1-10) e seguir Jesus incondicionalmente (Mc 8, 34-37. Lc 9, 57-62. Jo 11, 26).
Jesus inicia o seu ministério na Galiléia e agrupa alguns homens simples ao seu redor, em sua maior parte pescadores e um coletor de impostos (Mateus). Em suas Pregações, Jesus fala com freqüência através de Parábolas: são comparações elaboradas, espécies de histórias para ilustrar de maneira bem clara aquilo que Ele quer dizer. Refere-se, sobretudo ao Reino de Deus: o que acontece, o que é exatamente, sua importância, as disposições exigidas ao homem para que possa entrar no Reino.
Jesus, ao realizar os Milagres, mostra a sua importância na mensagem que desejava transmitir de forma clara, mas que só a fé poderia entender (Mc 3, 22). Ele não realizava milagres em benefício próprio, mas sim manifestava o amor de Deus aos homens, que fazem retroceder o mal, que convidam os homens à conversão e à ação de graças. Jesus nunca curou alguém. Eram as pessoas que vinham até Ele e pediam para serem curadas. Ele sempre dizia: “Vá, a tua fé te salvou!” ou “Vá, que a tua fé te curou!”, provando que era a fé das pessoas Nele que as curava, era o desejo delas de ficarem curadas. (Jo 11, 26).
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